ESPIRITISMO E ARTE

“O Espiritismo irá depurar a arte que conhecemos e esta arte, depurada, será aquela inspirada nos ensinamentos da Doutrina Espírita”. (Espírito Rossini em Obras Póstumas)


XV FÓRUM NACIONAL DE ARTE ESPIRITA

Um instrumento de paz!…

Francisco de Assis, no início da oração a ele atribuída, dirige-se ao Senhor para expressar seu desejo de ser sujeito ativo na obra da criação. Faze de mim um instrumento de tua Paz, pede o poverello, como se fosse um eco da pergunta feita, onze séculos antes, por Saulo, no meio do deserto, a caminho de Damasco. O despertar da consciência fez Giovanni Pietro di Bernardone abandonar os interesses puramente materiais para transmudar-se em Francisco, agente do Amor, visando ao bem dos seus irmãos e alimentando o seu coração com a mensagem rediviva do Cristo. É o aflorar da plenitude do Ser, que ajustou seu lado racional, em busca da Verdade, com o emocional, de contemplar o Belo na natureza, para a consequente incorporação de nobres valores em seus hábitos diários, por meio da vivência da Bondade. Caminho natural de todo espírito na grande epopeia da Vida que é a evolução. Inspirado nesse personagem importante do Cristianismo, e ambientado num local que, pela natureza exuberante, evoca as belezas do Criador, o XV Fórum Nacional de Arte Espírita, realizado neste feriadão de Corpus Christi, em Curitiba, proporcionou momentos de profunda espiritualidade e conscientização sobre o papel do artista espírita na construção de um mundo melhor. Foi um encontro de almas que buscam na arte um caminho para a própria redenção. Um encontro sagrado e singular de cada um consigo mesmo. Um convite pessoal e intransferível para se redescobrir o compromisso assumido com o Cristo e o real papel de cada um de nós na edificação do Reino de Deus entre os homens. Nossa gratidão especial a Deus, a Jesus, a Francisco de Assis, a Lins de Vasconcelos e à plêiade de Espíritos superiores, mais uma vez parceiros no trabalho com os encarnados, incentivando-nos ao labor da grande renovação planetária por meio das nobres inspirações em nossas criações artísticas. Nossos agradecimentos também à diretoria, ao conselho doutrinário da Abrarte e à comissão organizadora local, pelo empenho e dedicação para a viabilização do evento, mesmo diante das dificuldades que o país vivia nos dias que antecederam o evento. E aos trabalhadores da arte espírita de todo o país, por acreditarem nesse grande ideal e pelo amor que trouxeram a mais um grande Fórum da Abrarte.

Curitiba volta a receber artistas espíritas em mais um Fórum da Abrarte

Treze anos depois de abrigar a segunda edição do evento, em 2005, a capital do Paraná, Curitiba, voltou a sediar o Fórum Nacional de Arte Espírita, agora em sua décima quinta edição. Foi no último final de semana, entre os dias 31 de maio e 2 de junho, oportunidade em que se reuniram 132 trabalhadores da arte espírita de 14 unidades federativas do Brasil (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí, Pará e Amapá) e também do Canadá. Somando-se os artistas e membros da comissão organizadora local, o evento contou com 177 participantes. O Fórum ocorreu no belíssimo Recanto Lins de Vasconcelos, centro de treinamento da Federação Espírita do Paraná (FEP), em Balsa Nova, na região metropolitana da capital, onde os participantes ficaram alojados, numa jornada de integração, seminários, oficinas, palestras e apresentações artísticas.

A programação contemplou debates em áreas ligadas a música, teatro, dança, literatura, audiovisual, evangelização, entre outros. O evento teve ainda o Forunzinho, que reuniu crianças filhas de participantes e trabalhadores. E para completar, assim como nas edições anteriores, a Lojinha do Fórum foi a oportunidade para os artistas espíritas exporem e comercializarem seus produtos. A abertura do Fórum, realizada na tarde de quinta-feira (31 de maio), contou com a participação do grupo Bônus Hora, formado por vários músicos locais que se reuniram especialmente para esse momento, e da banda Alma Sonora, um dos mais antigos grupos artísticos espíritas do Paraná. Em meio às músicas interpretadas, foram apresentadas as caravanas dos Estados presentes ao encontro, agrupadas por região. Representantes do Norte/Nordeste, do Centro-Oeste, do Sudeste e do Sul falaram em nome das respectivas delegações. Após o intervalo para o jantar, já à noite, os forenses foram divididos no primeiro momento das Salas de Compartilhamento. O objetivo desta atividade foi promover estudos por linguagens artísticas, porém, não no modelo de seminário e sim de troca de experiências, vivências, incentivando os participantes a darem sua contribuição. Eneida Nalini (SP) coordenou a sala de dança; Júnior Vidal (ES) e Thiago Brito (RJ) conduziram a de música; e Sissy Eiko (SP) e Andréa Leão (SP) a de audiovisual.

O verdadeiro, o belo e o bom

Na sexta-feira (1º/6) pela manhã, o escritor, palestrante e filosófo Cosme Massi abriu a programação com oportunas reflexões sobre a arte no contexto da filosofia. Segundo o conferencista, o verdadeiro (razão), o belo (contemplação) e o bom (ação comportamental) são as três dimensões da alma humana, que apesar de se expressarem distintamente, são interligadas e interdependentes, constituindo o ser integral. Após a exposição, os participantes puderam assistir à entrega da Moção de Reconhecimento ao Grupo Arte Nascente (GAN), de Goiânia, e a Marize Azeredo, de Belém (ver matéria na sequência). Fechando a parte da manhã, nova rodada de Sala de Compartilhamentos, agora tratando dos temas teatro, com Marcelo Aquino (RN) e Rogério Silva (SC); poesia, com Glaucio Cardoso (RJ), Nina Lisboa (RJ) e Ivone Feitosa (PI); e artes visuais, com Ana Rita (GO). Também houve, neste momento, um aprofundamento do tema exposto por Cosme Massi em sala com os interessados. Na parte da tarde, os forenses dividiram-se em diversos seminários de linguagens artísticas: Thiago Brito (RJ) falou do potencial da arte como ferramenta estratégica; Márcia Albuquerque (RS) apresentou a experiência da Federação Espírita do Rio Grande do Sul na formação de multiplicadores da arte; Rodrigo Carvalho Silva (DF) discorreu sobre plataformas digitais de música e o Spiritify; Sílvio Sodré (DF) abordou sobre a criação de roteiros para clipes musicais espíritas; Ney Wedell (Québec /Canadá) comentou sobre a internacionalização da arte espírita brasileira; Malu Portela e Helton Gudin (SP) fizeram reflexões sobre a aplicação da arte e sua importância na evangelização infantil e na mocidade; Cláudio Marins (SP) tratou do papel do artista espírita – educador e terapeuta; Eneida Nalini (SP) trabalhou protagonistmo e arte; e Janice Assis e Ângela Assis (RS) contaram a experiência do EMUSE – Encontro de Arte Espírita de Santa Maria, envolvendo a participação da família. À noite, após o jantar, enquanto os associados reuniam-se na primeira parte da assembleia geral, os não associados puderam participar de várias oficinas técnicas, programação esta que se repetiu no sábado (2/6) pela manhã, até o meio-dia. No sábado à tarde, Guana Veras (PI) desenvolveu estudo e sensibilização a respeito do tema central, tratando do artista espírita e seu papel para um mundo melhor. Na sequência, ocorreu a transmissão de cidade sede do Fórum Nacional de Arte Espírita, de Curitiba para Teresina. O final de tarde de sábado foi marcado por um momento de profunda sensibilização e emoção. Foi quando os participantes, qual um cortejo, saíram do auditório e dirigiram-se ao bosque do Recanto, onde a natureza se expressa magistralmente, com portentosas araucárias em meio aos campos verdejantes. Em determinados pontos do trajeto, paradas estratégicas para reflexões em torno do papel do artista espírita, tendo por base a vida missionária de Francisco de Assis. O apogeu desta atividade ocorreu em pleno bosque, com uma técnica de sensibilização conduzida por Nei Wendell (CAN), que levou os participantes a momentos de muita emoção.

Encerramento

Após o jantar, o Fórum se encaminha para as últimas atividades. Inicialmente, a noite artística, em que subiram ao palco diversos grupos e artistas para apresentações dos mais variados estilos e sotaques, a começar pelo Coral Abrarte, formado por cantores de diversas partes do país. Em seguida vieram a banda Razão Áurea (PR), Clayton Prado (SP), Silvio Sodré (DF), Banda Kardec (DF), Grupo Änïmä (SP), Nina Lisboa (RJ), Grupo Eterna Lumo (PR), Grupo Oficina de Arte (GO), Tcherena Brasil (GO), Grupo de Dança do Instituto Arte & Vida (SP) acompanhado de Júnior Vidal (ES), Eneida Nalini (SP) e Alma Sonora (PR). As crianças que participaram do Forunzinho também tiveram a oportunidade de mostrar o seu trabalho nesse momento, quando cantaram uma música criada por elas próprias.

Após as apresentações, uma criativa técnica de teatro com luz negra relembrou a trajetória dos sucessivos fóruns que deram origem à Abrarte. A larva começou a rastejar, enclausurou-se em seu casulo e desabrochou na borboleta, à medida que o nome das cidades-sede foram sendo revelados. Todo esse momento teve por fundo musical a canção Crisálida, interpretada ao vivo por seu autor, Ariovaldo Filho (RJ). E para finalizar a noite e o próprio Fórum, uma apresentação teatral que chamou o artista à sua responsabilidade. Ao som de belíssimo tema musical que remeteu à época e a cidade de Assis, na Itália, com o canto de Lívia Ribeiro e acompanhamento de Felipe tocando alaúde, eis que surge em cena a figura de Francisco de Assis, interpretado por Alexandre Molinha, em um monólogo que sensibilizou e emocionou a todos.

Confira as fotos do evento no perfil da Abrate no Facebook. Para acessar, clique aqui.

Associados aprovam as contas e iniciam estudos da reforma do estatuto

Durante a assembleia geral de associados realizada na sexta-feira à noite e no sábado pela manhã, foram apresentados os relatórios da gestão e da tesouraria, referente ao período junho de 2017 a maio de 2018. A assembleia aprovou o parecer do Conselho Fiscal que sugeriu a aprovação das contas, mas fez uma ressalva. Na mesma assembleia iniciou-se a apresentação do trabalho elaborado pela comissão formada no ano passado, composta pelos associados Rogério Felisbino da Silva, Aparecida Ângela Sany da Silva e Rosângela Falcão de Mendonça, para a elaboração de proposta de reforma do estatuto da Abrarte. O assunto foi discutido intensamente, mas não foi possível a sua conclusão. Desta forma, a aprovação do novo estatuto fica adiada para a próxima assembleia geral.

Teresina sediará o Fórum no ano que vem e Brasília recebe o Enarte em 2020

Conforme anunciado ano passado, em Goiânia, a cidade de Teresina será a sede do 16º Fórum Nacional de Arte Espírita, que ocorrerá entre os dias 20 e 22 de junho de 2019. No último sábado, no encerramento do Fórum, em Curitiba, a comissão organizadora local de Teresina, liderada pelo associado Adelquis Monteiro, recebeu, simbolicamente do representante do Paraná, Marcus Azuma, através de um estandarte, a responsabilidade da organização do evento. Já o Fórum de 2020, que se realizará conjuntamente com o 3º Encontro Nacional de Arte Espírita, será realizado em Brasília. O anúncio já havia sido feito pelo presidente da Abrarte, Edmundo Cezar, no ano passado, no 14º Fórum, em Goiânia.

GAN e Marize Azeredo são homenageados

O Grupo Arte Nascente (GAN) e a coordenadora do projeto Lúcia Esperança, da Mocidade Espírita Legião do Bem (MELB), Marize Azeredo, de Belém, receberam, no dia 1º de junho, durante o Fórum de Curitiba, Moção de Reconhecimento da Abrarte pelos relevantes serviços prestados à arte espírita. O GAN completa no próximo dia 13 de agosto, 30 anos de trabalho artístico voltado para a valorização da vida, atuando de forma voluntária em escolas, empresas, eventos e instituições religiosas do Brasil e do exterior e influenciando a formação de outros grupos artísticos espíritas, tendo recebido em 2006 o reconhecimento da Assembleia Legislativa de Goiás com a certificação de utilidade pública estadual. Marize Azeredo, continuando o trabalho iniciado por seus pais, com a fundação, em 1950, da Mocidade Espírita Legião do Bem, segue à frente da instituição, coordenando o Projeto Lúcia Esperança, que utiliza a dança como ponto de partida para o atendimento social a mais de 300 famílias amparadas semestralmente. Divulgadora, com seu exemplo, das possibilidades da dança como instrumento pedagógico de reaprendizado do espírito, oferece a quase 500 crianças e jovens da periferia de Belém o ensino técnico-artístico e a oportunidade de conhecimento dos princípios do Cristo. Criada em 2014, a Moção Abrarte é uma ação de reconhecimento institucional que visa à valorização de artistas ou instituições espíritas que, pelo seu esforço contínuo, realizaram ou ainda realizam significativas ações de apoio e difusão da arte inspirada pelos princípios espíritas. Já foram contemplados com a homenagem Moacyr Camargo (2014), Instituto Arte e Vida (2015), Walter Oliveira Alves (2016) e Nazareno Tourinho (2017).

Por Rogério Felisbino da Silva

Confira o vídeo da Moção Abrarte 2018.

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Um Congresso Espírita com muita Arte!

O 9º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, com o tema “Espiritualidade nas Relações, para Viver e Conviver em Paz”, ocorreu entre os dias 3 e 5 de novembro de 2017, na PUC, em Porto Alegre, e teve a participação de mais de 100 artistas de vários grupos de arte espírita do Rio Grande do Sul, que protagonizaram momentos de arte de muita beleza e emoção.

Iniciar o 9º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul com intenso e organizado momento de arte no palco, reunindo diferentes linguagens, evidenciando variados comportamentos, foi o desafio assumido pela Assessoria de Arte da FERGS e que na prática tornou-se um irrecusável convite à mobilização dos sentimentos do espírito para a renovação íntima com irradiação coletiva.

A abertura do 9º Congresso iniciou com o roteiro “Viver em Paz”, de autoria do diretor teatral Edmundo Cezar, que de forma pedagógica, evidenciou comportamentos sociais e morais de uma sociedade, sendo também a oportunidade de se colocar uma lupa imaginária em um determinado tipo ou comportamento. Fizeram parte do roteiro as belíssimas músicas compostas por Jonas Demeneghi e as coreografias de construção coletiva dos dançarinos Vitória Luara da Silva, Paola Verdun, Regina Santos, Laryssa Thielly, Juliana Dorneles e Allex Manzônia. Os artistas, tanto quanto os espectadores, foram capazes de repensar seu estar no mundo e como comportar-se nele, pois muitos dos dramas da trama teatral, puderam representar seus próprios mundos escondidos na alma.

Teatro, música, dança, movimento, poesia e audiovisual quando reunidos no palco e aliados aos princípios e as esperanças espíritas tornaram-se potente instrumento mobilizador de ação e poderosa ferramenta de mobilização da alma ao Bem.

 

Artistas homenageiam Divaldo Franco pelos seus 90 Anos

Após a conferência de abertura do evento com o orador Divaldo Pereira Franco que abordou o tema central do 9º Congresso: “Espiritualidade nas Relações, para Viver e Conviver em Paz”, os músicos que participaram do roteiro de abertura retornaram ao palco para homenagear Divaldo Franco pelos seus 90 anos com a música “Abençoada Luz”, de autoria de Jonas Demeneghi. Em um momento de amor e emoção extremos, o “Semeador de Estrelas” fez questão de abraçar a cada um em gratidão, demonstrando alegria e satisfação pela homenagem.

Harmonização com Arte

Nas manhãs de sábado e domingo, os congressistas que naquele dia assistiriam as palestras, tiveram momentos de harmonização proporcionados pelo Grupo Dom (Sapucaia) que trouxeram lindas músicas com a suavidade das coreografias. O encerramento do dia de sábado também foi com arte. Esse momento ficou a cargo do Grupo Nós (Esteio) que alegrou a todos com belas canções.

Arte antes das Oficinas

Para aqueles que participariam das oficinas também houve recepção com arte. Esses momentos de confraternização e harmonia através da música, foram proporcionados pelos grupos de música GPM (Canoas) e Renovar (Porto Alegre).

Solenidade de encerramento do 9º Congresso

Antes da solenidade oficial, o auditório principal do evento foi invadido por muitas luzes que surgiram da plateia para iluminar a escuridão. Violões surgiram do fundo do auditório, acompanhados do personagem que protagonizou o roteiro de abertura bem como das bailarinas trazendo luzes nas mãos. Os congressistas foram convidados a participar e contribuir para iluminar o espaço com seus celulares.
Os músicos e violões executaram a música instrumental “O Semeador” de Gugga Rays, que serviu de fundo para a narrativa de trechos do texto de Léon Denis do Livro Depois da Morte, capítulo 49. “O amor é a celeste atração das almas e dos mundos, a potência divina que liga os Universos, governa-os e fecunda; o amor é o olhar de Deus!”, assim iniciava a narrativa.
Após, um coro formado por 60 vozes, com integrantes de vários grupos de música de diversas localidades do estado, entoou a canção “Ama” de Moacyr Camargo, enquanto os dançarinos executavam a linda e suave coreografia elaborada para ela. “Ama, ama que o amor é leve”, dizia um trecho da música, ensejando a todos para a vivência do Amor e da Espiritualidade nas Relações, para Viver e Conviver em Paz!


Artistas espíritas de todo o país reuniram-se em Goiânia

A cidade de Goiânia recebeu nesse feriado de Corpus Christi, cerca de 115 artistas espíritas de 17 unidades da Federação, além de dois representantes da Bolívia e do Canadá, por ocasião do 14º Fórum Nacional de Arte Espírita, promovido pela Abrarte em parceria com a Federação Espírita do Estado de Goiás. Trabalhadores espíritas ligados a música, teatro, dança, literatura, audiovisual, evangelização, entre outros, provenientes de Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pará, Amapá e Tocantins, encontraram-se no Instituto Educacional Emmanuel, numa jornada de integração, debates, oficinas, palestras e apresentações artísticas. A Assessoria de Arte da Federação Espírita do Rio Grande do Sul esteve representada no evento pelas assessoras de arte Márcia Albuquerque e Fernanda Kavaliunas. Do Rio Grande do Sul também participaram Glademir de Paula Escobar da UME Itaqui, multiplicador da Arte no CRE 7 e Zuza Sperotto da UME Camaquã. A programação do evento contemplou ainda o Forunzinho, que reuniu crianças filhas de participantes e trabalhadores. Somando-se os membros da comissão organizadora local, o evento contou com quase 200 participantes.

 

Participantes da Região Sul

Participantes da Região Sul

A primeira atividade do Fórum, realizada na tarde de quinta-feira (15 de junho), antes da abertura oficial, foi uma dinâmica de integração, em que os participantes, reunidos em pequenos grupos, deveriam montar uma breve apresentação artística com um subtema do encontro, utilizando determinada linguagem artística específica. Em seguida, foram apresentadas as caravanas dos Estados presentes ao encontro.

Após o intervalo para o jantar, já à noite, todos os forenses foram levados até o Teatro da PUC, no Jardim Goiás, para assistirem à solenidade de abertura do evento, que contou com a presença do presidente da Federação Espírita do Estado do Goiás, Paulo César Ferreira. Vários artistas e grupos espíritas de Goiânia, Brasília e Rio de Janeiro reuniram-se no palco para o show Abra a Arte em seu Coração. O público presente também pôde assistir, nesta noite, à entrega da Moção de Reconhecimento  ao escritor e dramaturgo Nazareno Tourinho, de Belém do Pará.

Seminários de linguagens artísticas

Todo o dia de sexta-feira (16) foi destinado ao debate de inúmeras possibilidades artísticas para a difusão e vivência do Espiritismo. Por intermédio de 21 seminários, trabalhadores espíritas de vários Estados brasileiros expressaram suas experiências específicas desenvolvidas no campo da arte.

Pela manhã, Marcelo Albuquerque (GO) traçou a história e trajetória do Grupo Arte Nascente (GAN), não restrita aos shows artísticos, mas principalmente às campanhas de valorização da vida. Júlio Nunes (SP) destacou a importância do estudo da arte para o fazer teatral espírita. Gláucio Cardoso (RJ) trabalhou as bases kardequianas para o estudo da poesia espírita. Marcelo Manga (RJ) ressaltou a importância da qualidade na criação artística. Sílvio Sodré (DF) abordou sobre o projeto Cantando a Doutrina, destacando os benefícios da implantação de eventos regulares de arte espírita. E Andrei Renato Borges (GO) propôs a possibilidade do diálogo entre cinema e Espiritismo.

Ainda no período matutino, após pequeno intervalo para o lanche, nova rodada de seminários deu continuidade aos relatos de ricas experiências. Maurício Keller (GO) trouxe reflexões sobre o processo de iluminação do ser através da música. Edmundo Cezar (PR) fez abordagens sobre ensaios e apresentações sob o olhar espírita. Adriana Pimentel e Marcelo Manga (RJ) propuseram interessantes contribuições sobre a arte na gestação e na infância. Carla Resende (GO) falou sobre os desafios na produção e distribuição de músicas espíritas. E João Batista Paiva (MS) enumerou as possibilidades de criação de um Sarau Espírita Itinerante com conteúdo doutrinário e qualidade técnica.

Após o almoço, os forenses retornaram ao plenário, para pequena exposição do homenageado Nazareno Tourinho, e em seguida foram divididos novamente em diferentes salas, para outra sequência de seminários. Sterleide Cassimiro e Bibiana de Brito (GO) discorreram sobre processos de arte cura, numa experiência de atividade mediúnica com arte. Aldo Moletevicz (PR) relatou a experiência do grupo Razão Áurea com palestras artístico-musicais, numa proposta de adequação da linguagem ao conteúdo doutrinário. Fátima Ricardi (SP) mostrou a experiência da Cia. Paluarte com o teatro espírita com crianças. Valdemagno Torres (PE) desenvolveu noções de harmonia, contraponto e fraseologia musical e seu uso no meio espírita. E Edmundo Cezar (PR) comentou sobre a arte na obra de André Luiz.

Por fim, após novo intervalo para o lanche, o último conjunto de seminários: Denize de Lucena (PR) refletiu sobre a dança na formação e regeneração da humanidade. Rogério Silva, Gabriel Nunes e Vivian Françosi (SC) apresentaram a experiência do Núcleo Espírita de Artes com as palestras cênico-musicais. Marcus Gouveia (GO) trouxe os desafios e reflexões sobre teatro espírita com o grupo Zapt Arteatral. Marcelo Manga (RJ) tratou de produção musical. E Cleiton Freitas (DF) abordou sobre oaudiovisual a serviço do Espiritismo.

À noite, após o jantar, outro momento de apresentações reuniu diversos artistas locais e também de outros Estados, evidenciando a diversidade e riqueza do trabalho desenvolvido no país.

Comemorando os 10 anos da Abrarte

O sábado pela manhã reservou várias atividades simultâneas. Enquanto os associados da Abrarte reuniram-se na assembleia geral, oportunidade em que elegeram a nova diretoria e conselhos doutrinário e fiscal, os não associados tiveram à disposição quatro oficinas voltadas à capacitação e à aplicação da arte na casa espírita: Orquestra de violões, ministrada por Alline Tannús; Construção artística de marcador de página, por Maria Eugênia Lemes; Danças urbanas, por Bia Santos; Sensibilidade em papel machê, com Cláudia Ganzarolli.

Depois do almoço, em plenário, Marcelo Albuquerque (GO) desenvolveu palestra sobre o tema do evento: Artistas espíritas: amai-vos e instruí-vos. Profundas e oportunas reflexões sobre nossas posturas frente ao trabalho artístico que desenvolvemos em nossos grupos e instituições espíritas.

Na sequência, os participantes do Fórum entraram num clima festivo para comemorar o décimo aniversário da Abrarte, ocorrido no último dia 8 de junho. A festa começou com a apresentação de divertida peça teatral em que dois personagens reais – os associados Humberto Borges (ES) e João Mendonça (DF) –, porém idosos, como se estivessem no ano de 2057, relembraram passagens importantes da primeira década de existência da Abrarte. Assim, momentos de todos os fóruns organizados a partir da fundação da Associação foram resgatados, sob a forma de canção, poesia ou encenação, trazendo boas lembranças e emoções ao público, em especial, àqueles que vivenciaram esses momentos tão marcantes da instituição.

Depois da peça, um vídeo também trouxe fotos e gravações de antigos encontros, desde o 1º Fórum de Florianópolis, em 2004, até os dias atuais. Novas emoções e lágrimas espalharam-se pelo auditório. O encerramento desse momento festivo foi no pátio da escola, com o tradicional Parabéns pra você e o corte do bolo de aniversário, para brindar os 10 anos da Associação.

Fórum encerrou no sábado à noite, novamente com apresentações reunindo diversos artistas espíritas do país. O cerimonial contemplou também a transmissão da cidade sede, de Goiânia para Curitiba, e o anúncio das cidades de Teresina e Brasília como sedes do Fórum 2019 e do Enarte 2020, respectivamente.

Para finalizar definitivamente o evento, o grande Coral Abrarte, formado por cantores de diversas partes do país, encantou e emocionou a todos com a execução de três músicas: Aos pés do monte (Tim Santos e Gladston Lage), Abra a Arte (Maurício Keller e Paulo Rowlands) e Quando penso em Jesus (Willi de Barros).

ASSEMBLEIA GERAL

Eleita a nova administração da Abrarte

Durante a assembleia geral de associados realizada no último sábado, dia 17, dentro da programação do Fórum, foram eleitos os novos membros da Diretoria  e dos Conselhos Doutrinário e Fiscal da Abrarte.

Com relação à Diretoria, que teve a inscrição de apenas uma chapa, foram eleitos os seguintes associados:

Presidente: Edmundo Cézar Barbosa Santos (Curitiba/PR);
Vice-presidente: Edna Daniela de Paula (Franca/SP);
1ª Secretária: Evelissa Mendes de Melo (Natal/RN);
2ª Secretária: Denize Moura Dias de Lucena (Curitiba/PR)
1º Tesoureiro: Júlio Cesar dos Santos Nunes (São Paulo/SP);
2ª Tesoureira: Sílvia Schober Gonçalves (Campinas/SP).

Já o Conselho Doutrinário é composto agora por:

Alline Maria Portela da Silva (Teresina/PI);
Claiton de Freitas Miranda (Brasília/DF);
Eneida Gomes Nalini de Oliveira (Franca/SP);
Gláucio Varella Cardoso (Mesquita/RJ);
Marcelo de Aquino Martins (Natal/RN).

Suplentes:

Marcia Chaves de Albuquerque (Camaquã/RS);
Humberto Borges da Costa (Vitória/ES).

Por fim, o Conselho Fiscal ficou com a seguinte composição:

Aparecida Ângela da Silva (Itanhaém/SP);
João Batista Paiva (Campo Grande/MS);
Renata Almeida Figueira (Belém/PA).

Suplentes:

Wender Veloso da Silva (Goiânia/GO);
Maurício Keller Tamioso (Goiânia/GO);
Valdemagno Silva Torres (Recife/PE).

RECONHECIMENTO

Nazareno Tourinho é homenageado

O escritor paraense Nazareno Tourinho recebeu, no dia 15 de junho, durante o Fórum de Goiânia, uma Moção de Reconhecimento da Abrarte pelos relevantes serviços prestados à arte espírita. Dramaturgo, autor de várias peças, entre elas, A Estranha Loucura de Lorena Martinez e Uma Caprichosa Manifestação de Espíritos, já recebeu inúmeras premiações em concursos de peças teatrais. Como escritor espírita, publicou 14 obras, entre as quais A Dramaturgia Espírita, editada pela Federação Espírita Brasileira. É membro da Academia Paraense de Letras, onde ocupa a cadeira nº 2 desde do ano de 1969. Também foi agraciado com vários diplomas e medalhas concedidos por órgãos públicos de Belém e do Estado do Pará. Um dos fundadores da Associação Brasileira de Jornalistas e Escritores Espíritas e seu primeiro diretor para a região Norte. Fundou e orienta, em Belém, a Casa Espírita de Allan Kardec.

Fonte: Notícias da Abrarte nº 597


II Intercâmbio de Trabalhadores da Arte no Movimento Espírita

Ocorreu no sábado, 4 de março de 2017, na Federação Espírita do Rio Grande do Sul, o II Intercâmbio de Trabalhadores da Arte no Movimento Espírita, promovido pela Assessoria de Arte da FERGS em parceria com a Associação Brasileira de Artistas Espíritas – Abrarte. O objetivo do evento foi orientar as Instituições Espíritas e os órgãos de unificação para utilização da arte na difusão da Doutrina Espírita. Ao longo do dia houve a presença de grupos de Arte do Movimento Espírita, trabalhadores em geral e artistas convidados pela Abrarte.

Os participantes foram acolhidos com apresentação artística e fala da Diretora da Área de Atendimento Espiritual no Centro Espírita da FERGS, Helena Bertoldo, refletindo sobre União e Unificação. Em seguida, apresentando o painel ‘’Quando a arte se torna boas vibrações?’’, o Maestro Paulo Rowland, de Campinas (SP), refletiu sobre incentivar a necessidade do estudo da Doutrina Espírita, como forma indispensável ao aprimoramento moral do artista e seu fazer artístico, ressaltando a importância do artista como instrumento de Deus quando sua arte torna-se capaz de tocar os corações e transformar sentimentos.

Ao longo do dia foram realizadas oficinas técnicas, com o objetivo de buscar aprendizagem dos fazeres artísticos como, teatro, dança e música, sendo marcadas por oficineiros vindos de Curitiba e Campinas.

Ao final do evento, os participantes das oficinas ‘’Dança: Propostas e Possibilidades no Movimento Espírita’’, ‘’Criação de Cena Teatral: Recursos e Possibilidades’’, ‘’Desenvolvimento do Ator: Consciência corporal e criação cênica’’ e ‘’Oficina da Canção no Movimento Espírita’’, apresentaram para o público as produções ensaiadas, encerrando o encontro, sensibilizando e motivando para a colaboração da cristianização da arte.


Mais de 400 artistas espíritas reúnem-se em São Paulo/SP

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A cidade de São Paulo recebeu, nesse feriado de Corpus Christi, cerca de 450 artistas espíritas de 17 unidades da Federação, por ocasião do II Encontro Nacional de Arte Espírita (Enarte 2016), promovido pela Abrarte. Trabalhadores espíritas ligados a música, teatro, dança, literatura, audiovisual, evangelização, entre outros, provenientes de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará, Amapá, Goiás, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul encontraram-se durante três dias na Escola Estadual Dom Pedro I, no bairro de São Miguel Paulista. Com o tema central “Meus artistas serão reconhecidos por muito se amarem”, o evento teve o objetivo de promover troca de experiências, reflexões, estudo doutrinário, construção de saberes e busca de aperfeiçoamento do fazer artístico espírita. Foi uma jornada de integração, vivências, debates, oficinas, palestra e muitas apresentações artísticas.

Simultaneamente à programação do Enarte desenvolveram-se também atividades relacionadas à 3ª Mostra Nacional de Dança Espírita e ao  13º Fórum Nacional de Arte Espírita.

Enarte é um evento quadrienal de caráter nacional. Sua primeira edição ocorreu em 2012, em Caucaia, na Grande Fortaleza. Esta segunda edição, na capital paulista, realizou-se em parceria com a coordenação da Mostra Nacional de Dança Espírita – evento itinerante, bienal, promovido por trabalhadores do movimento espírita atuantes na área – e a União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (USE).

Durante o Enarte, os participantes puderam assistir a quase 50 apresentações artísticas dos mais variados estilos e linguagens. Shows musicais, performances cênicas, coreografias, esquetes, peças teatrais, declamações de poesia, projeção de vídeos e exposições de artes visuais encantaram a plateia, evidenciando as múltiplas possibilidades de manifestações estéticas para difusão do Espiritismo. O Fórum, por sua vez, contemplou diversas atividades de estudos doutrinários relacionados à prática artística espírita, sob a forma de centros de interesse, oficinas de qualificação técnica e painéis de socialização de experiências do movimento espírita de arte, e a assembleia geral de associados da Abrarte. Já a Mostra deDança proporcionou espaços para discussão teórico-prática sobre esta linguagem, por meio de workshops e fórum de coordenadores de grupos espíritas de dança. Também ocorreram atividades específicas para crianças de 7 a 14 anos, além de um espaço para os bebês. Ainda durante o evento, a Abrarte prestou uma homenagem ao pedagogo espírita e escritor Walter de Oliveira Alves pelo seu importante trabalho relativo ao uso da arte na evangelização.

Programação

A primeira atividade do Enarte foi uma dinâmica de integração, na quinta-feira (26/5) à tarde, conduzida pela associada Renata Almeida Figueira, de Belém, que trouxe elementos da cultura indígena da região amazônica, despertando nos participantes sentimentos de muita brasilidade. A partir daí, o encontro dividiu-se entre apresentações artísticas no auditório e atividades específicas em grupos.

A maior parte da programação do Enarte foi destinada às inúmeras apresentações artísticas, que ocuparam a noite de quinta-feira, parte da manhã e noite de sexta-feira (27), e da tarde e noite de sábado (28). Pelo auditório da Escola passaram artistas espíritas de todas as regiões brasileiras, revelando diversidade de estilo, linguagem, abordagem e temática. Artistas e grupos já conhecidos pela participação em fóruns passados, como Moacyr Camargo (SP), Sílvio Sodré (DF), Júnior Vidal (ES), Merlânio Maia (PB), Vozes do Amanhã (SP), Instituto Arte e Vida (SP) e GAN (GO), entre outros, dividiram espaço com grupos e artistas que estreavam nos eventos da Abrarte. Ao todo foram 22 apresentações de dança, 10 de teatro, sete de teatro, seis de poesia e três de vídeo. Além das apresentações no palco, o evento também proporcionou exposições de trabalhos visuais de Carlos Henrique Carneiro (PA), Isis Celeste (AP), Jô Benevides (PA) e Urubatan Miranda (SP).

Na programação específica do Fórum, foram desenvolvidos dois painéis, cinco centros de interesse e seis oficinas técnicas. Os painéis versaram sobre  o trabalho desenvolvido pela Associação Nova Arte, por Gregory Canto (RJ), e pela Assessoria de Arte Espírita do Rio Grande do Norte, por Marcelo de Aquino (RN). João Alberto Freire (RJ) apresentou uma experiência de oficina de violão, desde sua implantação até a produção de um CD, e Urubatan Miranda (SP) abordou sobre o NUPPEDE – Núcleo de Pesquisa e Poéticas em Dança Espírita. Os centros de interesse proporcionaram debates sobre a promoção de eventos, por Chico Leite (SE), as relações da poesia com o Espiritismo, por Gláucio Cardoso (RJ), cordel espírita, por Merlânio Maia (PB), psicologia da arte, por Allany Amandine (RN) e a experiência com o teatro espírita nas ruas de Curitiba, pela Cia. GiKlaus de Teatro (PR). Já as oficinas técnicas abordaram o processo criador em artes visuais, por Jô Benevides (PA), a escrita poética, por Alberto Centurião (SP),  interpretação dramática, por Ione Prado (SP), trabalho de clown, pelo Núcleo Espírita de Artes (SC), audiovisual espírita, pela equipe da FEBtv (DF) e música para evangelização da infância, por Junior Vidal (ES).

A Mostra de Dança proporcionou workshops sobre as metáforas na dança espírita, por Mariângela Damiani Gonçales (RJ) e Paula Salles (SP), caminhos e possibilidades na educação do Espírito, por Daniela Soares (MG), Priscila Rodrigues (RJ) e Lidia Pereira (RN), proposições técnicas/expressivas para o bailarino espírita, com Eneida Nalini (SP), Anny Elizabeth (MG) e Lucinha Azeredo (PA), aspectos terapêuticos no ambiente da casa espírita, por Miriam Faria (MG), Denise Quintanilha (RJ) e Paulo Maradaz (BA) e processos criativos à luz da Doutrina Espírita, por Urubatan Miranda (SP), Pâmela Rinaldi (BA), Janaina Calixto (GO) e Perciliano Gomes (AP). A Mostra também teve o fórum de coordenadores de grupos de dança, tratando de assuntos específicos do movimento.

No sábado pela manhã, enquanto a maioria dos participantes realizava as oficinas e workshps, os associados da Abrarte reuniram-se na assembleia geral, oportunidade em que foi apresentado o relatório do primeiro ano de gestão da atual diretoria e discutidos outros assuntos de interesse da instituição.

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Walter Oliveira Alves é homenageado

Na noite de encerramento do Enarte, a Abrarte prestou uma homenagem ao pedagogo espírita e escritor Walter de Oliveira Alves, com a entrega de uma Moção de Agradecimento pelo seu importante trabalho relativo ao uso da arte na evangelização. Impossibilitado de comparecer ao evento por motivo de saúde, o escritor foi representado por sua filha, Fernanda Romanelli Alves. Walter é pedagogo, professor de psicologia da educação, filosofia e história da educação e didática, lecionou ainda outras matérias nessa área. Também é formado em engenharia civil. É diretor do Instituto de Difusão Espírita desde 1974, onde trabalha na área infanto-juvenil, sendo coordenador do Curso para Evangelizadores, ministrado todos os anos desde 1985, na sede da IDE, em Araras/SP. Nasceu em 5 de dezembro de 1952, em Araras, e tornou-se espírita em 1973, trabalhando, desde então, na área infanto-juvenil. Escreveu várias obras sobre educação, especialmente voltadas para o trabalho de evangelização da infância e juventude. Ministra palestras, seminários e cursos para educadores e evangelizadores. É um dos coordenadores do Grupo Internacional de Apoio à Evangelização (www.evangelizacaoglobal.net) e coordenador pedagógico do CED – Centro Educacional à Distância, no qual também ministra aulas online na área da educação, pela Internet.  Suas obras são: Deus, nosso Pai, Educação do EspíritoIntrodução ao Estudo da Pedagogia EspíritaPestalozzi – Um Romance PedagógicoPrática Pedagógica na Evangelização (Vols. 1, 2 e 3) e O Teatro na Educação do Espírito.

Fonte: Notícias da Abrarte nº 541 – 03/06/2016

O Rio Grande do Sul se fez representar pelos artistas Daniela Rosa Moraes, Maria Carolina Angst, Cristiano da Luz Moraes e Luiz Felipe Machado, todos do Grupo de Arte Irmão X de Canoas/RS e por Márcia Albuquerque, assessora de arte da Federação Espírita do Rio Grande do Sul e integrante do Grupo +Amor Espiritismo em Música de Porto Alegre/RS.

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